Um dia fui com alguns camaradas à casa do Caco, e foi então meu primeiro contato com as caixinhas. Elas servem para reciclar fliers e outros papéis, ficam lindamente psicodélicas e são excelentes como terapia ocupacional.
Quando estou em uma festa chata, logo acho uns fliers e começo a dobrar uma caixinha. Depois dou ela de presente para a primeira pessoa que me der um momento de alegria. É um método de interação social interessante, dentro de sua sociopatia.
Outra coisa legal é o aspecto terrorismo poético da coisa: largar as caixinhas em mesas de restaurante ou (como o próprio Caco recomenda) assentos de cinema, com mensagens abstratas dentro. A foto acima foi tirada na casa dele, no dia em que aprendi a fazer caixinhas. O vídeo abaixo é do programa (argh)Pa(pa)tro(po)la(pa), e foi ao ar no dia 8 de janeiro último. Nele, o Caco encontra seus 15 minutos de fama enquanto embaixador da arte das caixinhas dobradas na capital.
Gênio! Foi ele que me ensinou! E pra quem quiser dar seu lance em uma ou mais das caixinhas super-profissionais e ÚNICAS do Caco, o link é esse aqui.
1 Comentário
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há! eu tb faço caixinhas e distribuo por aí. mas as minhas são mais simples… legado das aulas de Artes do colégio.
ah, é a Ana, da Ufrgs.