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análogo, randômico, solícito: o diário de norma propp, parte LVIII*

abril 23, 2007

+++ e os incríveis jornalistas do terra não se cansam de abrir parágrafos indiscrimidadamente nos meus textos. ah, FODA-SE. também não vou me estressar por isso.

+++ hoje eu tentei salvar alguém. uma vidinha pequena e frágil com duas fraturas expostas nas patinhas. as formigas iam devorá-lo, começando pelos olhos, e eu não podia como os outros consentir. desculpe, pardalzinho, se houve algo que eu não fiz. mas espero que você esteja, agora, mais feliz.

+++ felicidade é coisa que se deixa, senão ela se assusta e foge. eu olho a minha de lado, como se nem estivesse notando que ela está ali. ela fica magoada e volta no banheiro para passar mais batom, ver se eu me comovo com os lábios bonitos e encarnados. quando ela volta, senta do meu lado, fazendo beicinho. murmuro um elogio meio bobo, sem entusiasmo, malandragens de quem sabe o que é ter e perder alguém (sem querer soar cafona…cof, cof). e ela resolve ficar, conversando um pouco, quem sabe, com alguém que não parece mais tão assombrada com a sua presença. a felicidade (quem diria) de tempos em tempos pode ser uma ótima companhia.

+++ o show da S.O.L. no tequila pub foi das coisas mais maconheiras que eles já fizeram. bom pra caralho. nem ficamos pra ver o da walverdes. (…)

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