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Pussy Music Galore (ou TOP 10 discos de cantoras que matam a pau)

janeiro 14, 2008

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10. Fiona Apple – Tidal
O disco de estréia da Feiona é possivelmente o melhor disco já escrito por uma adolescente. Destaque para Sullen girl, Never is a promise, Pale September e First taste (o momento Sade do álbum)

9. Kimya Dawson – Remember that I love you
Kymia Dawson, a menina do Mouldy Peaches e musa da cena anti-folk é a prova de que ninguém precisa de talento pra tocar violão. Com suas composições incrivelmente honestas ela desarma qualquer tentativa de crítica. Inventa a juventude e reinventa a velhice. Linda. Tire Swing e Loose Lips são de morrer.

8. Amy Winehouse – Back to Black
O que dizer do humilde segundo disquinho da Wino, produzido por Mark Ronson? Reinventando a diva do jazz, Wino humilha em quase todas as faixas. Back to Black, My Tears Dry On Their Own…Só hits.

7. Björk -Homogenic
Lindo álbum da foquinha. Tem algumas de minhas músicas preferidas, como Jóga e Bachelorette, além da divina All Is Full Of Love.

6. Marianne Faithful – Before the poison
Esse é dos mais recentes dessa adorável inglesa que estava para a Kelly Key como Latino está para Keith Richards. Um disco essencialmente triste, maduro, agressivo. Adoro o tom ameaçador de My Friends Have e o escracho de Desperanto.

5. Regina Spektor – Soviet Kitsch
Esse é um primor do início ao fim. Essa russa filha-de-uma-puta consegue saltitar alegremente com um pé em cada século, um dedo em cada estilo e o gogó no Éden. Disco perfeito, mas com destaque para Ode to divorce, Flowers, Your Honor e Summer In The City.

4. Suzanne Vega – Solitude Standing
Esse disco é praticamente minha figura materna. Sempre que me sinto desamparada, coloco ele pra me acalmar. A voz aconchegante e as letras preciosas fazem qualquer um se sentir menos sozinho. Minha preferida é a faixa título, Solitude Standing. Mas todo mundo adora Luka, né?

3. Nico – Chelsea Girl
Obra prima da rainha polar do punk, Chelsea Girl é um disco sombrio, porém belo e surpreendente como a própria Nico. Tem as impressões digitais da década de 60, e aquele lance novaiorquino meio vida-bandida, mas não é nem de longe um disco de geração. Ao contrário, é um dos mais intimistas da lista. These days é um hino para mim. E Eulogy to Lenny Bruce merece ser citada, obviamente.

2. P.J. Harvey – Is this desire?
Para mim, o disco mais importante da pejóta: suave, pesado, altamente narrativo e inebriante, é de certa forma o disco inaugural do estilo que a cantora acabou cristalizando. Embora seja mais refinado em termos de arranjos e produção, em comparação a obras mais viscerais como 4-track demos, esse me parece o ápice da lírica Harveyana, e inaugura um rol de petardos que se extende até hoje. Electric Light, The River e Is This Desire? são apenas algumas das faixas matadoras.

1. Joni Mitchell – Blue
É difícil falar racionalmente de um disco que mudou a minha vida e minha percepção do folk mais do que qualquer outro (inclusive do Bob Dylan). É Joni Mitchell em plena fase azul, melancólica e intimista, e em plena forma. Arranjos de violão virtuosos e vocais mal assombrados, temperados pelo que havia de mais puro na geração hippie: o desejo de transformar através das idéias. Com letras altamente confessionais, o disco é um retrato de época que continua atual, e fica melhor com o tempo. All I Want, Little Green, Carey, River, A Case Of You, The Last Time I Saw Richard… todas as faixas são épicas. Cada uma ao seu modo.

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