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Michael Jackson, a Judy Garland negra

junho 27, 2009

michael

nota 1. não foi uma parada cardíaca e sim a mídia que matou michael jackson, logo depois de substituí-lo pelo justin timberlake, que além de já ter nascido branco não era freak.

nota 2. a gripe suína é uma maldição contra todos que discriminaram as escolhas fashion do michael.

nota 3. me recuso a assistir TV pelos próximos dias. não suportaria ver esses jornalistas filhos de uma puta ruminando os últimos tostões que conseguem arrancar de uma lenda da música, depois de devorá-lo e vomitá-lo sem qualquer vestígio de escrúpulos.

nota 4. também não vou cair no clichê de terminar esse réquiem bloguístico com uma imagem do maiquinho criança, lindinho. sim, got to be there é um dos meus discos favoritos, mas me despeço com uma de minhas favoritas, já na fase freak, mas um pouco antes de ele ser dinamitado pela imprensa com acusações infundadas de pedofilia.

we love you, peter pan. say good-bye to neverland. say hello to alwaysland.

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