Como os jogos podem nos tornar pessoas super-melhores

Essa aí em cima é a Jane McGonigal, falando sobre os super-poderes dos gamers e como eles podem ajudar a mudar as coisas na vida real. O mais recente dos “jogos transformadores de realidade” de McGonigal é Evoke, que começou no dia 3 de março e vai até 12 de maio. A ideia é incentivar inovação social na África e em outros locais em desenvolvimento. Aí embaixo, o vídeo.

Eu entrei em contato com o trabalho dela através do TED, mesmo, no início deste ano, e fiquei fascinada com o caso de SuperBetter, o jogo que ela inventou para se curar de uma concussão. Desde então, venho pensando em possíveis adaptações e estou cada vez mais fascinada pela possibilidade de um ARG online que funcione como terapia cognitivo-comportamental em grupo. A diferença, em relação à iniciativa da McGonigal, é que será aberto pra mais pessoas (não tem um protagonista) e jogado através de redes sociais online.

Quem tiver vontade de jogar ou sugestões pra viabilizar esse jogo que estou (de forma nada inovadora) chamando de SuperMelhor pode entrar em contato pelos comments. É TCC em grupo, segundo o amigo namelue. A ideia é que o universo narrativo seja de super-heróis, pra que todo mundo possa ser protagonista, então é só escolher um super-herói (ou super-heroína, embora genderqueers sejam bem-vindos) e definir quais os seus objetivos/vilões/etc. A ideia está em incubação, por enquanto só consegui convencer um amigo (eu sou a Word Girl e ele é o DareDevil, então esses já têm dono). É possível que eventualmente haja uma segmentação natural do grupo segundo os objetivos, e acho que a coisa que mais precisamos no momento é de um programador ou alguém que entenda de projetos web, pra dar uns conselhos.

Dito isso, let’s rock!

Michael Jackson, a Judy Garland negra

michael

nota 1. não foi uma parada cardíaca e sim a mídia que matou michael jackson, logo depois de substituí-lo pelo justin timberlake, que além de já ter nascido branco não era freak.

nota 2. a gripe suína é uma maldição contra todos que discriminaram as escolhas fashion do michael.

nota 3. me recuso a assistir TV pelos próximos dias. não suportaria ver esses jornalistas filhos de uma puta ruminando os últimos tostões que conseguem arrancar de uma lenda da música, depois de devorá-lo e vomitá-lo sem qualquer vestígio de escrúpulos.

nota 4. também não vou cair no clichê de terminar esse réquiem bloguístico com uma imagem do maiquinho criança, lindinho. sim, got to be there é um dos meus discos favoritos, mas me despeço com uma de minhas favoritas, já na fase freak, mas um pouco antes de ele ser dinamitado pela imprensa com acusações infundadas de pedofilia.

we love you, peter pan. say good-bye to neverland. say hello to alwaysland.